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pedrojoaovitorgaz

Uso De Metodologias Ativas E Novas Tecnologias Cresce Na Educação A Distância

Homem Que Nasceu Surdo Consegue Comentar Em Três Línguas, Toca Piano E Faz Doutorado



São diversas as metodologias ativas que vêm sendo continuamente incorporadas à educação. Recuperação Judicial é O Fim? de aula invertida, como por exemplo, desponta com uma das propostas educacionais mais importantes para transformar a sala de aula usual em um ambiente interativo e centrado no aluno. Um de seus grandes diferenciais é liberar o tempo de sala para a aplicação de metodologias ativas, pois que as aulas expositivas são gravadas em vídeos e assistidas pelos alunos em residência.


O paradigma de sala de aula invertida tem ajudado escolas, educadores e alunos em torno do universo a obterem melhores resultados de aprendizagem, graças, dentre outros motivos, ao ensino personalizado e à aprendizagem adaptativa. José Erigleidson, doutor em Educação, Arte e História da Cultura e professor da PUC-SP. João Mattar, no livro Metodologias ativas para a educação presencial, blended e a distância, tendo como exemplo, aborda estas metodologias ativas com orientações e exemplos pra educação presencial, semipresencial e a distância, pela educação básica, corporativa e no ensino superior. O emprego de jogos é bem como uma tendência pela educação. Daniela Karine Ramos, doutora em Educação e professora da Instituição Federal de Santa Catarina.


Mais há pouco tempo, vem sendo usada intensamente a gamificação, que envolve a incorporação de princípios de design de jogos a atividades que não são, primeiramente, relacionadas a jogos, como é o caso da educação. Estas metodologias ativas e tecnologias inovadoras vêm sendo por isso mescladas no procedimento de ensino e aprendizagem.



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Eu queria testar, pôr a mão na massa”. Para testar, Ana teria que elaborar uma “arapuca” para capturar os neutrinos. E a ideia como fazer isso surgiu quando Segretto já fazia porção de tua existência. “Essa foi uma ideia que nasceu dentro do carro”, conta Ana, dando risada ao se relembrar. Eles estavam saindo do laboratório subterrâneo em que trabalhavam em direção a moradia onde moravam.


Durante 35 km, o casal ficou falando sobre isto como aprisionar fótons (“luz” liberada no momento em que acontece o choque entre partículas que podem ser neutrinos). Eles de imediato trabalhavam no projeto de um sistema de detecção composto por duas barras acrílicas, Conheça Os Cursos Gratuitos Ofertados Na Web Pelas 10 Melhores Universidades Do Mundo como guia de claridade e fazia com que os fótons chegassem à extremidade das barras, onde seriam detectados.


➡ Como Passar Em Concurso Público Federal Em um Ano , o casal verificou que este sistema, conhecido como DUNE (Experimento Subterrâneo Profundo de Neutrinos, em inglês), tinha uma eficiência insatisfatória pra eventos de baixa energia, como é o caso dos neutrinos de supernova. Segretto, no entanto, enquanto trabalhava no projeto do DUNE, tinha achado um filtro de claridade com a experiência de deixar atravessar alguns tipos de onda por um lado, e pensar outros tipos do outro lado.


Foi assim sendo que Ana pensou: “e se combinássemos esse filtro com os conhecidos wavelenght shifters (um utensílio fotofluorescente que absorve fótons de alta regularidade e os emite com uma periodicidade mais baixa)? Nova Zelândia Dá Bolsas Integrais Para Pós, Mestrado E Doutorado; Saiba Como Se Candidatar o bate papo na volta para casa que eles entenderam que esse filtro (imagem abaixo) para prender os fótons podia ser fechado.


“Vamos fazer uma caixinha! ”, pensaram. Assim, no momento em que o fóton entra dentro dela, ele não consegue sair, e após algumas reflexões, ele poderá ser detectado. Nesse instante, Ana se divertiu ao relembrar que, no Brasil, existe uma frase que denomina uma arapuca para aprisionar passarinhos - a armadilha, um nome tupi-guarani, que servia perfeitamente para definir o que eles estavam pensando. E deste modo nasceu o “Projeto Arapuca”.


O desenvolvimento da tecnologia da arapuca pensada por Ana e Ettore encantou a comunidade científica e fez bastante sucesso internacional. “Quem sabe o sistema, está apostando muito”, conta ela. Segundo Ana, prontamente são grupos do Brasil, dos Estados unidos e da Inglaterra, que estão trabalhando pro aprimoramento dele. Ana e Segretto hoje estão no Brasil, todavia continuam firmes com o projeto. Ele é professor da Instituição Estadual de Campinas (Unicamp) e Ana é pesquisadora colaboradora da Unicamp, e professora da Escola Federal do ABC (UFABC).


Pra constatar e preparar-se os neutrinos e seus fenômenos, diversos aparelhos de imediato foram criados. Dentre eles está o projeto DUNE, o detector de neutrinos mais sensível do mundo, uma arapuca de claridade, que funciona a temperaturas muito baixas. São quatro grandes piscinas subterrâneas, com cerca de 1300 km, 17 1 mil toneladas de argônio líquido, e a 187 graus negativos para se manter conservado, em Lead, na Dakota do Sul, até Batavia, em Illinois, ambos nos Estados unidos. São 2 detectores instalados: 1 próximo ao feixe de neutrinos que será gerado, no laboratório Fermilab, e o outro na outra extremidade, no Surf.


(PRO)
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